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  • Foto do escritorJosé Padilha

Linha Rosé vêm dominando uma fatia do mercado de vinhos

A classe de vinhos rosé no Brasil cresceu 86% nos últimos três anos. Nesta categoria a Vinícola Casa Perini cresceu 300% em cinco anos



O mercado de vinhos rosé vem ganhando força no mundo nos últimos anos e particularmente nesta época de calor intenso, essa opção cai bem por ser mais leve, assim como os vinhos brancos, na comparação com os tintos. De acordo com um estudo recente da bw166, uma empresa global de pesquisa de mercado para bebidas alcoólicas, o volume de vendas de rosé só nos Estados Unidos aumentou surpreendentes 1.433% de 2010 a 2020. Segundo dados do mercado e de consultorias especializadas divulgados pela Exame no final do ano passado, a classe de vinhos rosé no Brasil cresceu 86% nos últimos três anos e dobrou de tamanho chegando a 9% de participação no mercado total de vinhos. No ranking, ainda, temos os vinhos tintos com 72% e os brancos, com 19%.


Só na vinícola Casa Perini são sete rótulos hoje nesta categoria. "Há 10 anos tínhamos dois rosés apenas e ambos eram espumantes. O rosé é uma opção intermediária entre os tintos e os brancos, revelando uma versatilidade imensa quanto a estilos de produtos, situações de consumo e harmonização com a comida. Hoje temos vinhos, frisantes, espumantes Moscatel, Brut e até um Ice, cuja sugestão é consumir com gelo", comentou Franco Perini, CEO e presidente do conselho administrativo da empresa. As vendas de rosé na vinícola Casa Perini aumentaram 300% em 2022 quando comparado a 2017.


É importante reconhecer que o vinho, assim como a moda, geralmente muda com base em tendências sociais e outros fatores. Além da evolução dos hábitos de consumo, o rosé é atraente por alguns motivos. "A melhoria da qualidade dos vinhos rosés, como as escolhas das castas, técnicas de vinificação, manejo da vinha, etc., além da vontade de


provar o que é diferente a começar pela cor. Além do nosso aclamado líder de vendas Aquarela que tem na uva Moscato de Hamburgo para dar seu tom levemente rosado, temos o rosé Solidário que doa rendas para ONGs voltadas à saúde e o Lótus que é elaborado com as uvas Prosecco e Marselan, por exemplo. ", explica Pablo Perini, diretor de marcas e P&D. “Aliás, o Solidário foi uma ação que iniciou apenas com um tinto e dado o sucesso dos rosés incluímos também este item que foi sucesso desde e o lançamento. Só em arrecadação para as ONGs hoje o projeto já doou mais de quinhentos mil reais.”, completa.


Os rosé são mais complexos do que os brancos por trazerem em si os sabores das cascas das uvas, isso porque no processo se extrai parte da cor ali contida durante a fermentação, feita com uvas tintas. Enquanto o consumo de vinhos cresceu muito, além do consumidor estar buscando novas opções para apurar o seu paladar e até começar a harmonizar os vinhos com gastronomia e até com o clima. "As oportunidades estão se abrindo à medida que a cabeça e o coração das pessoas se abrem também. Uma vez o vinho era sinônimo apenas de tinto em clima frio. Agora, os espumantes já são uma realidade e as pessoas brindam até a beira-mar. Mas os rosés e brancos vêm crescendo e isso não vai parar tão cedo", finaliza Franco Perini.


Sobre a Casa Perini

Em 1929 o filho de imigrantes italianos João Perini começou a elaborar seus primeiros vinhos de forma artesanal, no Vale Trentino, em Farroupilha. Quatro décadas após o patriarca iniciar sua modesta produção, seu filho viria promover mudanças. “Em 1970 resolvi ampliar os negócios da família, fundando a Casa Perini. Motivado e apaixonado por transformar a uva em vinho, busco a cada ano aperfeiçoar a vinícola com equipamentos, tecnologia e equipe qualificada” afirma Benildo Perini. O reconhecimento vem a cada prêmio alcançado e a cada consumidor satisfeito, o que se comprova com a conquista de mais de 500 medalhas nacionais e internacionais e com a premiação do Casa Perini Moscatel, eleito o 5° melhor vinho do mundo de 2017 pela WAWWJ (World Association of Writers & Journalists of Wines & Spirit.


Fonte: Vira Comunicação


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